sexta-feira, 29 de maio de 2009
Caracas 1 x 0 Grêmio
- O Estádio Olímpico de Caracas é campo de futebol? Até a BR-101 tem menos buracos!
- Porque ligaram o sistema de irrigação do campo logo que o Grêmio fez o gol? Sem querer que não foi.
E a Comebol não faz nada!
OBS: LOGO COLOCO UMA IMAGEM!
terça-feira, 26 de maio de 2009
Primeira Vitória...

Um pouco tarde pra falar sobre o jogo, mas como a vitória do meu tricolor também veio tarde, não vejo maiores problemas. E como dizem: “ANTES TARDE DO QUE NUNCA”!
Foi com esse espírito que acredito que o Grêmio tenha entrado em campo. Com alterações que saltavam aos nossos olhos como Túlio, no lugar de Adílson suspenso, e a presença de um Técnico que o nome dispensa quaisquer apresentações, Paulo Autuori. Porém ainda acho um tanto cedo para fazer uma avaliação sobre seu trabalho, mas torço muito para que de certo, não em curto prazo, mas ao longo de sua trajetória no clube.
Em campo, via-se a mês estrutura, sem as invenções costumeiras de uma antiga pessoa, um 3-5-2, mas algumas alterações. A mais importante, o avanço de Tcheco no meio campo.
Era óbvio ver que este era um jogador sacrificado. Não é mais nenhum guri para defender e atacar ao mesmo tempo. Fazer múltiplas funções em campo. NÃO!!! Tcheco sempre se mostrou por ser um jogador diferenciado, inteligente, de ótimo passe e visão de jogo. Mesmo aqueles que questionavam o seu futebol, quando se deparavam com a pergunta “Colocar quem no lugar dele?”, não sabiam a resposta. Não sabem, porque não tem. Há poucos jogadores assim no futebol mundial.
Na defesa, uma consistência que marcou os últimos momentos, mas alguns ajustes na alas parecem ter corrigido alguns “buracos” que havia. Ajustes na cobertura e na sincronia de movimentos ofensivos entre Ruy e Fabio Santos, que por mim é vaiado injustamente pela torcida, que tem preferência por Jadilson. Gosto é gosto claro, mas acho que o Fábio é mais completo e tem tudo para dar certo com os ajustes que estão por vir.
No gol, mais uma partida excelente, daquele dito como melhor goleiro do Brasil. Não tenho dúvidas sobre isso, assim como colorados também concordam. O que acho mais triste é que precisam ver que ele é definitivamente um “selecionavam” logo nos jogos mais importantes da Libertadores.
Lá na frente, vi mais um grande jogo, mesmo se fazer gols, daquele que encanta cada vez mais a torcida tricolor, MAXI LÓPEZ. Um guerreiro em campo. Não deixa devendo aquela raça que admiramos nos argentinos. Não há bola perdida. Sabe usar bem a sua altura, imposição física pra dividir os lances com os defensores.
Tenho medo de falar besteira, mas acho que não direi, há muito tempo o Grêmio padecia de um centro-avante. O único que me lembro, que merece esse título é Jardel. Esse foi o último de ofício realmente, que imortalizou o número 16, agora usado por Maxi.
Já Jonas é um jogador esforçado. Quem sabe se controlasse um pouco mais a ansiedade que tem por gols, diminuísse a desconfiança e o nervosismo da torcida quando esta com a bola em frente ao goleiro.
Douglas Costa entrou bem. Correu, não fez firulas desnecessárias, e fez a jogada com Maxi, no gol de Fabio Santos com a cabeça levantada, o que demonstra controle de bola e que realmente tem muito potencial. É esperar pra ver, e torcer!
Quarta tem Caracas. Jogo complicado, mas não impossível. Estarei aqui em Porto Alegre, vendo pela TV. Um amigo foi até lá para ver o jogo. Se tudo der certo, ele verá mais uma grande exibição do tricolor na libertadores.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Anjos e Demônios (Angels & Demons)

Para começar as postagens neste blog, resolvi falar de cinema uma das minhas maiores paixões.
Quarta Feira, 20/05/09, fui ao cinema conferir Anjos e Demônios (Angels & Demons), adaptação do Livro do excelente Dan Brown.
Aqueles que não viram o filme ainda, e não queiram saber alguns detalhes sobre este, recomendo que parem a leitura deste post agora!
Advertência sobre possível “Spoiler” já realizada, segue o barco. Como já imaginava, o filme foi superior ao Código Da Vinci, muito devido ao livro ter um ar mais “Thriller”, digamos assim., porém não considero a primeira adaptação de Dan às telas um péssimo filme (Quem sabe meu próximo post de cinema não seja sobre ele?!?).
Mas voltando ao filme em questão, tive o prazer de estar acompanhado neste, muito bem acompanhado por sinal, sendo que esta não tinha lido o livro, o que poderia me trazer uma opinião mais abrangente sobre ele.
Positivamente, o filme me surpreendeu em alguns mínimos detalhes. Não se importou em ser bem detalhista na questão da queimadura no peito dos cardeais, o globo ocular exposto logo no inicio do filme, as imagens da Cidade do Vaticano e as estátuas de Bernini. Por mais ridículo que pareça estes pequenos detalhes são os mais importantes nas obras de Dan Brown.
O roteiro, diga-se de passagem, foi muito bem adaptado, porém me decepcionei com a exclusão de um personagem que julgava ser a espinha dorsal da trama, por ser surpreendente no final, tanto quanto o camerlengo. Estou falando do diretor do CERN, Maximilliam Kohler.
Acredito que a questão do tempo do filme deve ter interferido diretamente na necessidade de cortar alguns capítulos. Isso foi algo que senti muito. Acho que as cenas dentro do CERN, quando há a pesquisa sobre a Antimatéria, foi muito sintetizada.
Mas há um comentário sobre o roteiro que é necessário frisar e dar os parabéns. Assim como eu, muitos estavam preocupados em como seria registrado no filme que este seria uma aventura após o Código (o que nos livros é o oposto). Esse detalhe se mostra tão sutil que é quase imperceptível. Fiquei realmente extasiado quando vi este único elo entre os dois.
Os atores foram bem escolhidos, assim como no anterior, porém sabemos como um roteiro bem criado faz a diferença para uma boa interpretação. Surpresas para a atuação de Ayelet Zurer (Vittoria Vetra), que parece ter crescido após uma presença “fraca” em Ponto de Vista, Ewan McGregor (Camerlengo Patrick Mckenna), conseguiu passar de bonzinho a vilão incrivelmente, e o personagem mais “insignificante” do filme, teve um interprete que se mostrou muito talentoso Nikolaj Lie Kaas (Assassin). O desempenho deste último foi realmente excelente.
Quem não leu o livro, tem tudo para achar o filme muito bom ou excelente.
Quem leu, e sabe o que é “adaptação”, deverá considerá-lo entre bom e muito bom.
Para aqueles que leram o filme e não sabem o significado da palavra “adaptação”, não levantem a bunda do sofá. Mas se levantarem, as opiniões serão as mais diferentes possíveis, mas não superaria um “bom”.
Quanto a mim, pretendo sempre pontuar um filme logo que o vejo então:
NOTA: 8,5
Abraço !
O Começo!
Buenas Personas!
Começa aqui a minha primeira experiência como bloqueiro, por mais incrível que isso passo parecer.
Sempre me chamou atenção essa coisa de blog. Sempre admirei aqueles que tinham capacidade de publicar coisas interessantes e úteis. Porém, sempre me mantive distante por motivos que eu mesmo desconheço.
Mas sem mais delongas, milongas, moringas...
Vamos em Frente!
